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O 8 de Março é celebrado em todo o mundo, como uma jornada de afirmação na conquista de direitos económicos, sociais e políticos contra todas as formas de exploração e discriminação das mulheres.Em 2010 passam cem anos sobre a proclamação do Dia Internacional da Mulher, um longo período de luta para alcançar importantes direitos.Um século passado, as mulheres portuguesas continuam a ser fortemente penalizadas com as políticas dos sucessivos governos, estando hoje a receber em média menos 30% do que os homens, sendo uma parte significativa dos desempregados, sem ter acesso ao subsídio de desemprego.
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Verificando-se que:- Frequentemente há existência de congestionamentos no tráfego dentro da Ponte da Chamusca, devido à colocação dos raides de protecção colocados com o único objectivo de proteger a estrutura da ponte nos locais onde a configuração dos pilares de reforço a tornam mais estreita; - Devido a tais factos têm existido vários acidentes, principalmente quando existe nevoeiro; - Os prejuízos materiais e atrasos para os utilizadores decorrentes de tais factos são constantes; - A conclusão da tão necessária e desejada IC3 e construção da respectiva Ponte Nova foram adiadas pelo Governo Central.A Assembleia Municipal:1º- Manifesta grande preocupação e discordância pela decisão governamental, e,2º- Propõe e recomenda a quem de direito que melhores soluções sejam encontradas, de forma a que os incómodos e os prejuízos para os utilizadores sejam evitados.
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Em 2010 comemoram-se os 100 anos da Implantação da República, assim torna-se um imperativo a celebração de tão decisiva efeméride. O centenário originará desejavelmente múltiplas formas de celebração, com origem nas mais diversas instituições.Procurando assegurar que tais iniciativas tenham um âmbito nacional e a necessária coordenação, foi criada a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, que elaborou o Programa, publicado no Diário da República de 27 de Março de 2009 (Resolução do Conselho de Ministros nº28/2009), que assume os seguintes objectivos e linhas programáticas:- Evocar a República e o Republicanismo, divulgando os seus ideais cívicos, as suas principais realizações e os seus grandes protagonistas;- Promover a divulgação do conhecimento e aprofundar a investigação científica sobre a História da República e do republicanismo;- Projectar para o futuro os ideais republicanos.
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É já na próxima sexta-feira, dia 5, às 21h na sede do BE/Torres Novas.
Participam neste debate Helena Pinto, Deputada e Lia Ribeiro, professora de Historia.
Num ano em que se comemoram os cem anos da República e os cem anos do 8 de Março, o BE assinala estas datas e incentiva as mulheres e os homens a continuar a luta pela plena igualdade.
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Comemorações do Centenário da República Cumpre-se em 2010 o centenário da Implantação da República, como tal, é de extrema importância que esta data de grande relevância seja devidamente assinalada. Sendo esta uma data de tão grandes mudanças (não só políticas mas também sociais) torna-se imperativo que as suas comemorações tenham as mais variadas traduções.De acordo com a resolução do Conselho de Ministros nº 28/2009, as comemorações da República devem: - Evocar a República e o Republicanismo; - Promover e divulgar a investigação científica sobre a história da Republica; - Projectar no futuro o Republicanismo. O Municipalismo entendido como princípio constitutivo da descentralização administrativa, não pode deixar de ser devidamente assinalado, pois trata-se de um dos desígnios do ideário republicano.A herança dos ideais da Republica continua hoje a inspirar a nossa vivência democrática, em todas as instâncias do Estado, onde as autarquias têm relevo particular. Muitas são as iniciativas possíveis; valorização da escola pública, promoção de colóquios e debates públicos, comemorações oficiais, iniciativas no âmbito da toponímica, roteiros republicanos etc., etc. A Assembleia Municipal de Torres Novas reunida em 22 de Fevereiro decide:- Associar-se às comemorações do Centenário da Republica;- Promover em data oportuna uma sessão temática alusiva ao tema da Republica;- Expressar ao executivo municipal a sua disponibilidade para em conjunto encontrar as iniciativas adequadas.
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Porque o Tejo merece e precisa!
Há milhões de anos que o rio Tejo alimenta e estrutura ecologicamente grande parte do território da Península Ibérica. Há milhares de anos que, generosamente, permite um constante e crescente povoamento humano até aos nossos dias…a nossa retribuição impõe-se.
Actualmente estamos perante mudanças climáticas irreversíveis cujas consequências estão cada vez mais fora do nosso controlo (por motivos naturais, mas sobretudo humanos, veja-se o falhanço tremendo de Copenhaga). A escassez de água é uma das muitas consequências e vai seguramente agravar-se no futuro. Perante o inevitável sobressai a necessidade de encontrar uma justa e equilibrada gestão dos recursos hídricos. Esta deve, em primeiro lugar, respeitar a biosfera em torno dos rios e depois as populações que dos seus imensos e variados recursos dependem e/ou usufruem.
Ninguém pense que as águas agora repentinamente elevadas dão por resolvido o problema da progressiva diminuição dos caudais e degradação bacia hidrográfica do Tejo, que se reflecte em descidas abruptas do nível da água (durante o período estival, e não só), na proliferação de espécies invasivas que eliminam a fauna autóctone, no excessivo assoreamento no leito do rio, na inutilização de captações de água…a lista continua, infelizmente.
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