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Fábrica de Fiação e Tecidos de Torres Novas Na Conferência de Imprensa dada pelo BE/Torres Novas, no passado dia 15 de Janeiro, acerca da situação difícil porque passam a Companhia de Torres Novas e os seus trabalhadores, o BE afirmou que estes eram credores do Subsídio de Natal de 2008, do subsídio de férias de 2009 e do subsídio de Natal de 2009, este ultimo numa situação particularmente grave, pois trata-se (50%), de dinheiro da Segurança Social que deve ser canalizado por inteiro para os trabalhadores.Alguma Comunicação Social (O Riachense, pelo menos), noticiou afirmações da Administração, onde esta, acusava o BE de fazer denúncias fantasiosas e outras inexactas.
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A Escola Secundária Maria Lamas situada em Torres Novas é uma escola cinquentenária que há cerca de 8 anos recebeu obras de requalificação. Foi construído um edifício novo que na altura teve um custo de 1 milhão de euros.Muito recentemente a Comunicação Social local veio noticiar que numa vistoria realizada à escola pela empresa “Parque Escolar”, os técnicos propuseram a demolição do edifício construído há 8 anos e argumentaram razões de insegurança.Mais acrescenta a notícia que se existir um pequeno sismo, 75% do edifício cai por terra.Facilmente se compreenderá que esta notícia apanhou toda a gente de surpresa e o espanto foi geral, gerando naturalmente grande preocupação. Perante esta situação e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, requeiro a V. Exa. Informação urgente sobre as seguintes questões: Tem o Ministério da Educação conhecimento desta situação? Caso o Ministério confirme tal noticia o que pretende fazer? Mandar demolir de imediato aquela construção? Tenciona o Ministério averiguar o que se passou há 8 anos e agir em conformidade, nomeadamente chamar à responsabilidade os envolvidos na construção daquela obra? Tenciona o Ministério abrir um concurso com carácter de urgência para construir um novo edifício que substitua o actual, pois aquelas instalações são necessárias para a actividade normal da Escola Maria Lamas?
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Por iniciativa do BE/Benavente, decorreu no sábado à tarde no Foyer do Cineteatro de Benavente, uma conferencia sobre a crise e o desemprego. Largas dezenas de pessoas assistiram á conferencia e participaram no debate que se seguiu.
Francisco Louçã, afirmou que a maior crise que vivemos é a crise do desemprego, este é o drama de mais de 700 000 desempregados e desempregadas, o orçamento de Estado apresentado pelo Governo não responde a este flagelo, disse Louçã, acrescentando que o Governo já injectou 4 000 milhões de euros no BPN e não tem 800 milhões de euros para apoiar os desempregados.
Participou também neste debate que foi moderado pela Ana Filipa, o Deputado José Gusmão eleito por Santarém.
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Car@ camarada,
O Bloco de Esquerda está a promover uma petição pública pelo alargamento do acesso ao Subsídio de Desemprego. Quase 50% dos desempregados não têm acesso a subsídio.
O Bloco agendou já para o dia 22 de Janeiro a discussão do seu projecto de lei. Para levarmos a nosas propostas ao conhecimento das pessoas, devemos reforçar a recolha de assinaturas até esse dia e depois desse dia, porque o direito à protecção social no desemprego tem de ser reforçado. Em breve receberás nota de iniciativas de recolha de assinaturas na tua região.
Podes assinar online, no portal www.esquerda.net , ou imprimir a folha para recolha de assinaturas em http://www.esquerda.net/media/abxassides.pdf
Saudações bloquistas
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TEVE INICIO HOJE DIA 15 E VAI PROLONGAR-SE ATÉ AO DIA 6 DE FEVEREIRO, NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE TORRES NOVAS, BIBLIOTECA GUSTAVO PINTO LOPES, UMA EXPOSIÇÃO SOBRE A HISTORIA, A LUTA E O FUTURO DOS FERROVIARIOS.
ESTA EXPOSIÇÃO É UMA INICIATIVA CONJUNTA DA BIBLIOTECA E DO BLOCO DE ESQUERDA.
A NÃO PERDER
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O Bloco /Torres Novas deu nesta sexta-feira, dia 15 uma conf. De Imprensa para abordar a situação difícil porque passa a Fábrica de Fiação e Tecidos.
A fabrica com 150 trabalhadores a maioria dos quais mulheres, atravessa uma situação muito difícil, encontrando-se neste momento em lay-off e com dois subsidio de natal e um subsidio de ferias em atraso.
O Bloco questiona a empresa sobre o que está a fazer para ultrapassar a actual situação, que estratégia foi elaborada , qual a carteira de encomendas, quais as dificuldades que estão a encontrar, qual é a razão porque retiveram os 50% da verba oriunda da S. Social e destinada unicamente para o pagamento do S. Natal aos trabalhadores.
Como é possível numa empresa com tão grandes dificuldades e cujos salários são muito baixos (SMN) em 2008 um administrador ganhou mais de 8 000.00 euros/mês e em 2009 próximo de 7 000.00, questionou António Gomes da Concelhia do BE.
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